Urbanismo

Setor imobiliário tem boas expectativas

O imóvel é visto como um dos investimentos mais seguros, mesmo em tempos de crise

Em janeiro deste ano, a InfoMoney trouxe uma boa notícia para os investidores: o crescimento do mercado imobiliário deve se intensificar em 2020. O superaquecimento vem sendo aguardado desde 2014, quando o setor se tornou um dos que mais sofreram com a recessão que atingiu o país, segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).

Para a associação, a geração de empregos, vendas e lançamentos de imóveis, melhora do PIB da construção e a importante redução da taxa de juros, possibilitando novas ofertas de financiamento e mais acesso à moradia para as pessoas, foram pontos que apresentaram evolução em seus números em 2019 e se tornaram responsáveis pelo fortalecimento do mercado. A expectativa caminha para grande valorização do metro quadrado para quem investe no setor.

A construção civil possui um papel fundamental na economia brasileira. A Abrainc afirma que corresponde a aproximadamente 4% do Produto Interno Bruto (PIB) e mais de 5% dos empregos com carteira assinada. Segundo levantamento, a queda de 1% nos juros do financiamento poderia incluir até 2 milhões de famílias no mercado imobiliário. Por isso, a grande retomada do mercado imobiliário é tão importante para o país.

A chegada do novo coronavírus

Com os casos do novo coronavírus se expandido mundo afora, um alerta vermelho foi acionado. Para conter a proliferação do vírus, um terço da população mundial está sob medidas de isolamento. Com a determinação, comércio e serviços foram fechados e a produção praticamente paralisou, gerando abalo nos mercados globais e nas atividades econômicas no mundo todo.

Segundo o G1, a pandemia tem provocado perdas históricas nas bolsas. Os EUA, por exemplo, registraram o pior trimestre desde 1987. O temor de uma recessão global tem levado os bancos centrais a reduzirem as taxas de juros e a anunciar medidas bilionárias de estímulo e de socorro. Diversos governos passaram a prometer grandes quantidades de dinheiro para reduzir os impactos econômicos da pandemia de coronavírus.

Renato Mimica, diretor da Exame Research, unidade de análise de investimentos da Exame, a reação generalizada e rápida dos governos e da sociedade em minimizar as consequências da crise no mundo inteiro é um ponto animador.

Investir em imóveis ainda é um dos melhores negócios?

O presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Basilio Jafet, afirmou que, apesar do coronavírus, o setor imobiliário possui demanda e explica que alguns lançamentos podem ser adiados, mas a expectativa é que imóvel seja visto como investimento seguro. Muito em decorrência da sua estabilidade, seja para investir na espera de um retorno futuro, quanto para manter a família segura.

A queda da Selic, a taxa básica de juros da economia no Brasil, é outro ponto positivo para o setor. Com isso, o presidente vê abertura para redução das taxas de financiamento imobiliário para manter o mercado aquecido neste momento. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, anunciou, no dia 9 de abril, que ampliou incentivos em financiamentos e criou outras medidas de estímulo à construção civil. 

Sim, os fundos imobiliários também estão caindo na Bolsa. Mas, de acordo com Marcelo Hannud, consultor imobiliário da XP, para a InfoMoney, são investimentos mais resilientes que as ações. Para ele, as cotações dos fundos na Bolsa de Valores atualmente não refletem o valor real dos imóveis.

O consultor afirma ainda que se a análise do imóvel indica que se trata de um bom ativo (em termos de localização, liquidez, qualidade construtiva, entre outros aspectos), uma negociação muito mais interessante para o momento, é uma boa oportunidade para adquiri-lo.

Existe quem aproveite a baixa do mercado para investir e ter um retorno futuro, pois, mesmo em tempos de crise, o mercado operando em alta ou baixa, os imóveis são vistos como bens que se valorizam com o tempo. E os valores se recuperam após as baixas.

E quanto aos imóveis de alto padrão?

A alta rentabilidade do investimento coloca esse mercado entre os mais seguros e menos voláteis do momento, crescendo em média 20% ao ano. São dados do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). [U1]

A qualidade da infraestrutura e do acabamento, itens essenciais no Palácio das Águas, são fatores que mais contribuem para a valorização. Sabe por quê? Uma mão de obra especializada e bons materiais durante a construção diminuem as chances de problema e garantem maior durabilidade. 

O que faz o Palácio das Águas oferecer uma vida incomparável é o projeto diferenciado, a exclusividade e inovação a que seus moradores terão acesso. E a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) confirma que o mercado imobiliário de alto padrão foge do comum, além de ser pensado para proporcionar conforto, segurança e lazer para seus moradores.

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